Dezoito anos após cair em um abismo, a princesa élfica perdida retorna com o anão que a criou. Em vez de acolhê-la, a família real a tortura para salvar a impostora que roubou seu lugar. Quando o irmão mata seu pai adotivo, o selo de Lia se quebra — e o poder da lua finalmente se liberta, revelando a marca sagrada da verdadeira herdeira. A família, aterrorizada, ajoelha-se em sangue, implorando perdão. Segurando o corpo do pai, ela lhes dá uma única resposta: nunca.
Délia, ao gritar por seus pais e defender seus irmãos, desaparece no Abismo. Sua família, desesperada ao não encontrá-la, ordena uma busca intensa, determinada a revirar todo o Abismo para trazê-la de volta a qualquer custo.
O pai de Délia, que extraiu minério mágico para a realeza por 10 anos, está gravemente doente e precisa de poção para sobreviver. Ao pedir o pagamento devido, eles são cruelmente humilhados, enquanto Délia carrega a culpa pela irmã que desapareceu ao salvá-la.
Lia denuncia a realeza por explorar seu pai, que minerou minério mágico por dez anos até adoecer sem receber nada. Caio, cruel, oferece dinheiro e poção de vida se o homem pular de um lugar alto. O pai aceita para salvar Lia, mas Caio ameaça empurrá-lo; depois, uma estátua semelhante a Délia causa nova confusão.
Celina repreende quem danificou a estátua da Délia. O pai de Lia está gravemente ferido; no leito de morte, ele revela que ela foi encontrada na Falésia do Abismo, não sendo sua filha biológica, e entrega um colar mágico. Lia resolve ir ao banquete real para vingá-lo.
O Rei lamenta a ausência da princesa Délia. Quando Lia e seu companheiro pedem a poção que salvará o pai dela, o Rei os humilha, exigindo que rastejem como cães. Lia aceita a humilhação apesar do aviso do companheiro.
Uma menina é brutalmente humilhada pela família real ao defender seu pai, sendo ameaçada e agredida. No meio do caos, alguém reconhece seu colar, levantando suspeitas sobre sua verdadeira identidade, deixando todos curiosos sobre quem ela realmente é.
A Princesa usa veneno mortal para torturar um elfo plebeu, querendo mostrar o castigo ao desafiar a Coroa. A mãe da vítima tenta impedir, mas ela insiste em executá-la publicamente.
Em cena de alta tensão, um súdito implora pela vida de sua filha aos membros da realeza, que negam misericórdia e ordenam que a jovem seja queimada viva. Quando tudo parece perdido, uma Pedra Espiritual Luminosa surge, levando alguém a questionar se ela é Délia, a filha desaparecida há 18 anos.
A disputa pelo colar acende conflitos: a rainha acusará a elfa de roubo, mas um anão testemunha que ela usa o amuleto desde criança. Apesar das declarações, a elfa e sua mãe são mandadas para a cela de morte, gerando tensão e curiosidade sobre a verdade.
Maura relata ter acordado no Abismo com um colar, afirma ser a princesa Délia e que Lia roubou o acessório. A rainha a reconhece, mas há dúvidas sobre por que a Pedra Espiritual brilhou quando Lia sofreu. O pai de Lia vai resgatá-la, prometendo protegê-la.
Délia é anunciada como a estrela mais brilhante do Reino dos Elfos por sua mãe. Mas malfeitores do subsolo planejam marcar seu rosto com o símbolo de ladra para agradar outra princesa, até que alguém surge para protegê-la.
Quando alguém questiona quem roubou o colar da irmã, o pai assume o crime para proteger a filha e é castigado com um chicote de raios. A filha, desesperada ao ver o pai sofrer, confessa ser a ladra e pede para parar, enquanto se questiona por que a dor é tão intensa.
Quando Délia, que vive como princesa usando poção venenosa do Abismo, sofre uma reação da maldição, o Alquimista revela que só sangue de elfo de linhagem pura pode salvá-la, e o Rei ordena uma busca urgente por toda a capital.
Ao descobrir que a prisioneira Lia é a verdadeira Princesa Délia, com sangue real mais puro que o do príncipe, o príncipe ameaça o alquimista para manter o segredo. Enquanto isso, o rei ordena usar o sangue dela no ritual de purificação da filha, ignorando sua verdadeira identidade.
A família real pretende drenar o sangue da princesa para salvar sua irmã, considerando-a apenas um saco de sangue. Ela implora e negocia, oferecendo todo o seu sangue em troca da poção de cura mais forte para seu pai. A realeza concede a poção, mas ordena continuar drenando seu sangue!
Quando a maldição de Délia desaparece, todos celebram sua recuperação. Mas uma pessoa sente um forte aperto no coração, temendo perder sua irmã verdadeira. A mãe declara que sacrificaria elfos por ela, e de repente um pedido de socorro ecoa, gerando suspense.
A princesa busca salvar seu pai com uma poção sagrada, mas é confrontada por um malvado que a rouba, zomba dela e de seu pai como 'ratos de esgoto' e destrói o remédio, deixando-a em desespero total.
A verdadeira princesa Délia tenta salvar seu pai com uma poção, mas um inimigo revela que sempre soube sua identidade. Ele admite ter roubado o amor de sua família, destruiu a poção por ela sacrificada e afirma que tudo que era seu agora é dele.
Celina percebe que a família do barão ganhou muito dinheiro após apoiar Maura e revela que Maura é uma farsante — a verdadeira princesa Lia está na masmorra. Mas sua mãe a confina, acusando-a de inveja, e Maura decide eliminar Lia para manter o segredo.
Délia fica cega por causa da maldição do sangue da elfa não purificado. Caio tenta auxiliá-la, e o alquimista sugere a solução proibida: transplantar os olhos de Celina, que nega envolvimento, gerando um confronto acirrado.